quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Nexo, Rodas e Rock'n'roll

Não sei se a intenção do autor anterior ao escolher o tema "Sexo, drogas e rock'n'roll" era a de que o próximo autor, no caso eu, falasse sobre o movimento hippie e/ou a juventude dos anos 60 e 70. Como não conheço quem tenha vivido diretamente nessa época e pouco sei falar a respeito ao ponto de escrever um bom texto coerente, vou inicialmente falar sobre os três termos separadamente -que é algo que me interessa mais- e, no final, colocar um texto interessante de alguém que viveu essa geração.
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Droga é toda e qualquer substância, natural ou sintética que, introduzida no organismo modifica suas funções. O termo droga, presta-se a várias interpretações, mas ao senso comum é uma substância proibida, de uso ilegal e nocivo ao indivíduo, modificando-lhe funções, sensações, humor e comportamento. . (Wikipedia)
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Não são todos os que são a favor de drogas, sejam elas quais forem. Alguns são a favor de umas e de outras não. Outros são a favor de todas. Vai saber... Mas quanto ao rock, quem é que não gosta ou admira? É um gênero com muitas e muitas vertentes, possível de agradar gregos e troianos. Assim como as drogas, o rock também nos estimula, nos alegra, nos motiva, ou até mesmo nos deprime momentaneamente para nos colocar em momentos de reflexão. Muito além de ser simplesmente um gênero musical, o rock'n'roll influenciou estilos de vida, moda, atitudes e linguagem desde que surgiu.
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Já sobre sexo, nem preciso dizer que é o que as pessoas mais gostam... Diria até (MUITO) melhor que rock e, obviamente, muito melhor que drogas. Isso, claro, quando feito de forma agradável e com um bom parceiro.

Não posso deixar de citar que sexo hoje se tornou algo banalizado. Muita gente despudorada, despravada, fazendo com qualquer um, explicitando publicamente, sem saber sentir verdadeiramente o sentido do sexo. Acho que sexo é um dos indícios de maior conhecimento profundo entre duas pessoas, quando estas preferencialmente (e não necessariamente) se gostam e já são íntimas uma da outra. Acredito que sexo é realmente se entregar. Não só de corpo, mas também de alma; e isso pode independer de maior, menor ou nenhum convívio entre os dois.

Sendo sexo a delícia para o ser humano, teria então algo melhor do que associar isso a um bom rock? Ou, para aqueles que gostam, fazê-lo sob efeito de alguma droga? Se essas três coisas são para algumas pessoas as três melhores do mundo, por que não então tirar o termo da teoria para colocá-lo em prática? Para quem gosta e se conscientiza, que sua vida seja então regada a muito sexo, drogas e... rock'n'roll.
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Pra poder explicitar um pouco sobre a geração Paz e Amor da década de 60/70, onde realmente se fazia uso próprio do termo "Sexo, drogas e rock'n'roll" –a qual eu não falei diretamente a respeito-, coloco aqui um texto que achei interessante no site ieieie:

"Sexo, drogas e rock'n roll. É assim que era conhecido o movimento hippie, que sucedera aos beatnicks, que se inspiraram no anarquismo, que depois viraram punks... Na verdade, não se fazia mais sexo do que em outras épocas, apenas se pregava e se exercitava o amor livre, e isso incluía o amor pelo próximo. Sim, havia muito nexo em nosso comportamento! Então, em vez de sexo, nexo. E não se usava droga como eles insinuavam, sem falar que droga, na época, era erva, que era consumida mais para irritar as autoridades. Além do mais, não existia crime organizado fazendo negócios fabulosos com as vendas, como hoje. Importante era o carro, a estrada, o easy rider, a liberdade de ir sem saber quando voltar... Portanto, em vez de drogas, rodas. Agora, o rock'n roll, esse sim fazia parte da rotina. Ele era a linguagem que unia a juventude de todos os povos, coisa inimaginável atualmente... Na época, um de nós profetizou: os velhos têm mil raças e os jovens são uma raça só! Por isso tudo, em vez de SEXO, DROGAS E ROCK'ROLL, propomos que a nossa geração seja conhecida por: NEXO, RODAS E ROCK'N ROLL!"
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PRÓXIMO TEMA: Pessoas efusivas/superficiais

2 comentários:

Sara Tellado disse...

Apesar de eu não ter falado nada sobre a geração dos anos 60/70 com meus próprios dedos e ter preferido falar separadamente sobre sexo, drogas e rock, eu definitivamente não expus realmente o que penso sobre os três termos. Se eu dissesse, o post ficaria absurdamente longo.
A respeito do que penso sobre drogas, fiz um comentário aqui no post específico sobre isso do dia 2 de setembro; e sobre sexo, falei bem pouco no post do dia 31 de agosto.

:)

* disse...

não foi intenção minha que falassem algo sobre os movimentos hippies ou quaisquer outros dos anos 60/70 , e sim , simplesmente sobre o que te vem na cabeça com o tema sexo , drogas e Rock´n´roll !
o texto ficou bom !^^